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11/10/2011 -  13:33     

Os 25 anos dos Cavaleiros do Zodíaco

Hoje, dia 11 de outubro, um os maiores sucessos da cultura japonesa completa 25 anos de estrada. Trata-se nada mais, nada menos do que os “Cavaleiros do Zodíaco”.

Sucesso absoluto no final da década de 1980, Cavaleiros do Zodíaco é uma das séries de animes mais famosas de todos os tempos. Uma verdadeira legião de fãs foram arrebatados quando o desenho animado chegou ao Brasil.

Eu ainda lembro, todos na rua sumiam na hora em que um novo episódio ía para o ar!

As lutas, os golpes, os personagens, as sagas… tudo era inesquecível!

25 anos depois, os Cavaleiros continuam a fazer sucesso em vídeo e mangá e, agora no final de 2011, um grande game comemorativo para o PlayStation 3 promete quebrar tudo!

Só nos resta esperar! Por enquanto, só temos a agradecer e a dar os parabéns a Seiya e seus companheiros de batalha!

Valeu…

Enviado por:  Carlos Sighieri - Categoria: Animê, Brand, Cinema, Datas Legais, Desenho animado, Games, História em Quadrinhos, Mangá
Tags relacionadas:  2D, Animação, Arte, Cavaleiros do Zodíaco, Cinema, Criança, Desenho animado, História em Quadrinhos, Infantil, Personagens, PlayStation, Videogame
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06/10/2011 -  09:28     

Um gênio a menos no mundo.

Steve Jobs

Hoje o mundo amanheceu mais triste, e um bocado menos inteligente! Ontem à noite, aos 56 anos de idade, um dos maiores gênios dos tempos modernos, Steve Jobs, nos deixou, vítima de um câncer.

Fundador da Apple, criador do Macintosh, do iMac, iBook, MacBook, iPod, iPhone, iPad e co-fundador do estúdio de animação Pixar, dentre muitos outros feitos, Jobs deixa um legado de dedicação, tecnologia, design, bom gosto e visão de futuro para as próximas gerações.

Um chefe durão, “workaholic”, capaz das mais incríveis apresentações executivas que o mundo da tecnologia teve a chance de ver. Um homem simplesmente genial, que vai deixar saudades e uma legião de fãs “órfãos”, que esperam que a Apple continue o trabalho deste que foi um dos maiores criadores dos séculos XX e XXI.

Nós, fãs de tecnologia e design prestamos nossas homenagens ao homem que nos deixa e nossa solidariedade à família, amigos e admiradores que ficam.

Steve, onde quer que você esteja agora, fique em paz e obrigado por tudo!

Steve Jobs: 1955 - 2011.

Enviado por:  Carlos Sighieri - Categoria: Personalidades
Tags relacionadas:  Animação, Apple, Arte, Design, Pixar, Steve Jobs, Tecnologia
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25/05/2011 -  10:22     

RECORDAR É VIVER - QUANDO O DESENHO ANIMADO SE CONFUNDO COM O VÍDEO GAME

Quem tem mais ou menos a minha idade lembra que, na década de 1980, um game fez muito sucesso nos arcades. Um game que, na verdade, era simplesmente um desenho animado interativo, onde o jogador determinava o que o personagem principal faria. Com uma animação fantástica, um personagem super carismático e cômico e um plot simples, mas muito simpático, esse sucesso levava o nome de Dragon’s Lair.

E por que será que eu estaria falando dessa jogo antigo? Porque eu tive a oportunidade de jogá-lo novamente ontem, no meu PSP! Isso porque Dragon’s Lair acabou de ser lançado para o portátil da Sony!

Na verdade, Dragon’s Lair nunca esteve longe dos consoles durante esses anos. Ele já apareceu em praticamente todos os consoles de mesa, inclusive para PC. E sempre é um sucesso.

Dragon’s Lair, baseado na série de desenhos animados com o menso título é também um desenho animado, onde Dirk, um corajoso, porém desajeitado cavaleiro, tenta resgatar a bela princesa Daphne das mãos de um terrível vilão. O enredo simples, mas cativante traz novamente a simples batalha entre o bem o e mal.

No game, o jogador simplesmente assite a trechos do desenho animado, porém, em determinados momentos, ele deve escolher uma das 4 direções (cima, baixo, esquerda ou direita) ou usar a espada. Se errar, Dirk morre sempre de uma forma ridícula e muito cômica.

Mas o que mais chama a atenção nesse game clássico é a qualidade da animação. Os movimentos são fluidos e o traço é limpo e muito bem feito, mostrando todo o empenho da equipe responsável. Isso somado a um personagem que, a pesar de nunca falar uma palavra, é extremamente sólido e carismático. Um personagem crível e totalmente apaixonante.

A única coisa que pode fazer o jogador perder um pouco a paciência é a extrema dificuldade do jogo. Você deve apertar os botões na hora exata para evitar a morte de Dirk e, muitas vezes, você tem apenas algumas frações de segundo para ver qual é a direção que o game manda você seguir. Mas, com paciência e muita repetição, o jogador consegue ir até o final da aventura e salvar Daphne do terrível vilão.

Se você tem um PSP, vale a pena relembrar esse clássico dos games, que, além de um game muito divertido, também é um desenho animado de altíssima qaulidade, com um personagem muito bom e cenas muito, mas muito engraçadas.

Dragon’s Lair, um clássico que vale a pena recordar!

Até mais…

Enviado por:  Carlos Sighieri - Categoria: Arte e design de games, Desenho animado, Design de personagens, Games
Tags relacionadas:  2D, Animação, Arte, Consoles, Desenho animado, Design, Ilustração, Personagens, Videogame
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19/05/2011 -  11:20     

A ARTE DOS GAMES - MAIS UM GAME COM DIREÇÃO DE ARTE IMPECÁVEL VEM POR AÍ!

A mais nova super produção da gigante japonesa Capcom em parceria com a CyberConnect2 está para chegar aos consoles da nova geração com uma direção de arte de fazer inveja até a muitas produções de Hollywood. Trata-se de Asura’s Wrath, o novo game de ação que a imprensa especializada já apelidou de “O God of War Oriental”! Resta saber se o game vai chegar derrubando tudo quanto os games de Kratos e os Deuses do Olímpo. Cacife pra isso parece que ele tem!

O game, inspirado na mitologia e religião joponesas, com elementos de ficção científica promete redefinir o gênero dos games de ação, com muito dinamismo, drama e interação. O jogo conta a história de Asura, que já foi um deus muito reverenciado, e que foi traído por outros deuses e perdeu todos os poderes. Consumido pela raiva e pelo ódio, Asura jurou vingança contra a injustiça cometida contra ele e parte em uma busca alucinada para recuperar seus poderes. Durante a trama, o protagonista descobre que pode usar sua fúria como vantagem contra os seus adversários, canalizando essa ira interior em ataques absolutamente devastadores.

O game, em terceira pessoa, utiliza o motor gráfico “Unreal Engine 3″, o mesmo presente em games como “Gears of War”, exclusivo para o XBox360 e “Army of Two”, game de tiro da nova geração.

Logo de cara percebe-se a imensa e proposital influência da típica arte japonesa. Assim como o velho Okami, da própria Capcom, Asura’s Wrath traz para as telas, o traçado dos tradicionais papiros japoneses com seus belos desenhos feitos a pincéis e bicos de pena.

A animação também se mostra impecável e as cenas de ação são simplesmente fantásticas! Pelos vídeos, podemos notar que jogar Asura’s Wrath será uma experiência tão deliciosa quanto encarnar o Fantasma de Esparta em God of War! Tudo iso sem falar no personagem em si, que parece ser muito sólido e coeso, sem contar que deve ser mais um bruta-montes sem medo algum, que vem para fazer frente ao próprio Kratos, ao velho Dante Sparda e até mesmo ao encouraçado Master Chief, de Halo.

Assista aos trailers:   Trailer 1 |  Trailer 2

O que nos resta fazer agora é apenas aguardar pra colocarmos as mãos em mais essa obra prima da Capcom, que promete chegar as lojas somente no ano que vem!

A espera é longa, mas promete valer a pena!

Até mais…

Fontes: GameSpot, UOL Jogos e YouTube.

Enviado por:  Carlos Sighieri - Categoria: Animação 3D, Arte e design de games, Design de personagens, Games
Tags relacionadas:  3D, Animação, Arte, Capcom, Consoles, Design, Ilustração, Modelagem, Personagens, PlayStation, Sony, Texturas, Videogame
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18/05/2011 -  16:25     

A ARTE DOS GAMES - O NOVO TOMB RIDER

O novo game da musa dos gamers está chegando para a nova geração, mas o que chama à atenção em primeiro momento é a direção de arte do novo Tomb Rider.

Lara Croft volta mais “dark”, real e linda do que nunca na nova produção da Eidos. A arte conceitual do game é simplesmente fantástica. As ilustrações mostram uma Lara Croft suja e sofrida pelos ferimentos ganhos durante suas aventuras. Veja abaixo um scketch da personagem:

No novo game, a protagonista irá se machucar de verdade nos grandiosos cenários e o jogador terá de parar para tratar dos ferimentos, evitando assim, que Lara sangre até a morte!

A direção de arte está impecável e as imagens encherão os lhos dos jogadores. As imagens abaixo mostram a altíssima qualidade visual da produção:

Agora só nos resta esperar para receber mais uma vez em nossas casas, a maior musa da história dos games.

Até mais…

Enviado por:  Carlos Sighieri - Categoria: Animação 3D, Arte e design de games, Design de personagens, Games
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15/05/2011 -  19:50     

A ARTE DOS GAMES - NOVO MORTAL KOMBAT, CRUELMENTE BELO!

A série de luta mais violente e sangrenta da história dos vídeo games está de volta em grande estilo para os consoles da nova geração (XBox360 e PS3). Trata-se nada mais, nada menos do que MORTAL KOMBAT!

O novo Mortal Kombat volta às suas origens retornando ao estilo de luta 2D, apesar de todos os gráficos serem modelados em um fantástico 3D. Neste novo título da série, Raiden, o deus do trovão, envia uma projeção astral sua para o passado para avisar ao seu “eu” mais jovem sobre o terrível resultado do Mortal Kombat, fazendo com que o Raiden mais jovem se previna das derrotas e, de quebra, ainda salve o Reino da Terra!

Com esse pretesto de “viagem no tempo”, os produtores do game nos levam de volta ao período de ouro da série: Mortal Kombat I, II e III. Todos os lutadores dos games originais estão de volta. Detalhe para os clássicos Johnny Cage, Sonya Blade, Jax, Sub-Zero, Raiden, Liu Kang, Shang Tsung e, o meu sempre preferido Scorpion! Aliás, o espectro ninja amarelo está em todos os materiais promocionais do game em um combate acirrado com seu arqui-rival Sub-Zero, inclusive na tela de abertura do jogo!

Utilizando a popular Unreal Engine, os gráficos do novo Mortal Kombat empolgam logo na primeira espiada! Os personagens estão minuciosamente bem modelados e texturizados, sem contar a excelente qualidade da animação e, é claro, os danos que os modelos 3D dos personagens sofrem durante os combates, como manchas de sangue pelo corpo, ossos aparecendo por baixo de feridas, roupas rasgadas e etc…

Além dos personagens, outro detalhe que recebeu atenção especial da equipe de direção de arte do game foram os cenários, que são absolutamente fantásticos em termos de beleza e detalhes. Arenas clássicas dos 3 primeiros games da série aparecem na nova prodição como Goro’s Lair, The Pit, Alive Forest, Acid Pool e etc…

E, para quem é um feliz proprietário de um PS3, como eu, pode contar com a participação mais que especial de KRATOS! O Deus da Guerra aparece na versão para PS3 tão ou mais violento que em seus próprios games. Kratos foi convocado por um ritual para ingressar no Mortal Kombat e lutar ao lado do imperador Shao Kan, mas, como todo jogador de PlayStation sabe, Kratos não segue regras e mestres e logo se vira contra todos e passa a lutar para voltar à velha Grécia para continuar sua matança de deuses.

Agora, o que impressiona mesmo no novo Mortal Kombat, é o teor de violência e sangue que jorra na tela. O game, tido como o mais violento da série, traz de volta os famosos FATALITIES, os movimentos mortais nos finais das lutas que, verdadeiramente acabam com o adversário! Todos os personagens estão equipados com no mínimo 2 fatalities, além dos fatalities especiais de cenários como The Pit , Acid Pool e Alive Forest que utilizam elementos da arena para matar o perdedor da contenda.

A grande novidade do game, que recebeu tratamento artístico especial de altíssima qualidade são os chamados golpes Raio-X. Para poder executá-lo, o lutador deve encher uma barra de energia especial e aí, disparar o movimento mais violento e potente de Mortal Kombat. Quando um ataque Raio-X é disparado, a tela fica toda em preto e branco e a animação acontece em câmara lenta. Quando o golpe atinge a vítima, o game exibe os ossos, músculos e órgãos do infeliz que recebeu o impacto e, é claro, todo o estrago que este causa dentro do corpo do lutador. O som de ossos quebrando e órgãos estourando chega a arrepiar os cabelos, mais a barra de energia do adversário chega a ser reduzida à quase a metade! Isso pode ser uma virada durante uma luta praticamente perdida!

Além de tudo isso, o jogo apresenta um modo história, onde você pode controlar quase todos os personagens do game e acompanhar todos os acontecimentos do Mortal Kombat em mais de 5 horas de animação 3D de primeiríssima qualidade!

Com todas essas novidades e “nostalgias”, o novo Mortal Kombat chega como um dos maiores lançamentos da nova geração, com um belíssimo trabalho artístico, que faz do jogo uma verdadeira obra de arte da pancadaria! Parabéns aos produtores e, principalmente à equipe de direção de arte!

Veredicto final em uma palavra: EXCELENT!

Até mais e… FINISH HIM!!!

Enviado por:  Carlos Sighieri - Categoria: Animação 3D, Arte e design de games, Design de personagens, Games, Mortal Kombat, PSN, Sony
Tags relacionadas:  3D, Arte, Game, Kratos, Luta, Mortal Kombat, VIolência
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27/04/2010 -  14:43     

Alice no País das Maravilhas, de Tim Burton. Bizarro, dark e muito, muito legal!

E dá-lhe cinema!

Sempre fui fã do bizarro diretor de cinema americano, Tim Burton. Desde que o esquisitão levou meu super-herói favorito às telonas em “Batman” e “Batman: O Retorno”, procuro assistir a seus filmes e entrar em seu mundo bizarro, macabro e completamente distorcido.

Depois de obras primas como “Edward Mãos de Tesoura”, “O Estranho Mundo de Jack”, “A Lenda do Cavaleiro Sem Cabeça”, “Peixe Grande”, “A Noiva Cadáver” e o, na minha opinião, fraco remake de “A Fantástica Fábrica de Chocolates”, Tim Burton, sua esposa, Helena Bonham Carter e seu braço direito, Johnny Depp estão de volta com o belíssimo “Alice no País das Maravilhas” (‘Alice in Wonderland’, no original).

Ao contrário do que muitos imaginam, o longa não é uma nova versão do clássico de Lewis Carroll, e sim uma continuação da história, que mostra uma Alice com seus vinte anos e que volta ao ‘Mundo Subterrâneo’ (como é chamado no filme). Lá, sem se lembrar que já havia pisado aquelas terras, ela encontra um mundo distorcido, bizarro, carregado de referências características de Burton.

Nesse momento em que a história do filme se passa, os habitantes do ‘Mundo Subterrâneo’ esperam a volta da Alice para cumprir uma antiga profecia, que diz que quando Alice voltar e matar o Jaguadarte (uma espécie de dragão) com a ‘Espada Vorpal’, a cruel Rainha Vermelha será banida e o reino voltará às mãos da Rainha Branca, que novamente governará em paz e harmonia.

A narrativa e o clima do filme envolvem o espectador de tal maneira que você se deixa levar pelo enredo e acaba entrando no filme. As interpretações estão excelentes e os efeitos são, no mínimo, belíssimos de se ver.

Mais uma vez o destaque vai para Johnny Depp com seu impressionante Chapeleiro Louco, completamente maluco, porém sensível e carismático, diferente do (mais uma vez, na minha opinião pessoal) frio e apático Willy Wonka de “A Fantástica Fábrica de Chocolates”.

Na outra ponta, Helena Bonham Carter faz uma impagável Rainha Vermelha. Com uma cabeçorra enorme, ela desfila sua arrogância de forma inteligente e hilária, criando uma vilã que se ama e se odeia ao mesmo tempo.

Sua inimiga-irmã, a Rainha Branca é trazida à vida pela excelente Anne Hathaway, que está engraçadíssima com seus trejeitos hilários e exagerados.

Alice é interpretada pela, até então desconhecida Mia Wasikowska, que não deixa por menos e dá vida a uma Alice introspectiva e, diria até depressiva, que vai se descobrindo no decorrer do filme até se tornar a heroína que todos esperavam. Com uma maquiagem pesada ao melhor estilho “Noiva Cadáver”, o filme mostra um outro lado da Alice que não lembra em nada o consagrado clássico dos estúdios Disney.

Tudo isso misturado com os vários personagens virtuais e semi-virtuais como o conhecido coelho que vive atrasado, uma lebre completamente maluca, os gêmeos gordinhos que, de tão bizarros se tornam simpáticos, a famosa lagarta que vive fumando um narguile e o mais que famoso Gato que Ri, tornam “Alice no País das Maravilhas” de Tim Burton mais do que um filme. Uma experiência cinematográfica que leva a imaginação aos limites e rompe as fronteiras dos contos de fadas. Uma continuação muito interessante para o conto que todos já conhecem. O clássico escrito por Lewis Carroll, imortalizado pela Disney e transformado pelas mãos bizarras, distorcidas, porém brilhantes de Tim Burton.

Imperdível! Em cartaz nos principais cinemas brasileiros nesta temporada.

Enviado por:  Carlos Sighieri - Categoria: Animação 3D, Cinema, Design de personagens, Litararura Infantil
Tags relacionadas:  3D, Alice no País das Maravilhas, Animação, Arte, Bizarro, Cinema, Cmputação Gráfica, Criança, Desenho animado, Disney, Infantil, Johnny Depp, Personagens, Tim Burton
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19/01/2010 -  11:23     

Avatar – Uma experiência cinematográfica inesquecível!

Atenção: se você ainda não assistiu ‘Avatar’, não leia este post, pois ele contém spoilers!

Finalmente! Depois de muito tempo fui até o cinema assistir ‘Avatar’, o fenômeno cinematográfico do conceituado diretor James Cameron e juro que fiquei extasiado com o filme. A verdade é que eu nem sei por onde começar a falar dessa obra prima da sétima arte.

Vamos começar então pela história. Apesar do filme ser impecável, o roteiro não tem nada de original, não! Trata-se da velha história dos conquistadores que chegam a uma nova terra para explorá-la, mas acabam se deparando com os nativos, que, na sede de tentar proteger seu lar dos invasores, acabam se tornando verdadeiros inimigos destes. E claro, o maior heróis dos conquistadores acaba as apaixonando por uma nativa e, no final da história, muda de lado e salva a terra dos invasores estrangeiros. História já bem conhecida.

Até aí tudo bem! Mas o que chama à atenção mesmo é a maneira como essa história é contada, os meios usados para contá-la e os personagens que a vivem.

A tecnologia 3D utilizada em ‘Avatar’ é uma verdadeira revolução na indústria dos efeitos especiais, trazendo uma sensação de realidade que faz você realmente acreditar na existência daqueles seres que aparecem na tela.

Agora, a idéia original do filme é a maneira como os humanos interagem com os nativos. E isso se dá através de seus avatares, corpos sintéticos criados a partir da fusão do DNA humano com o DNA dos nativos. Com esses avatares, os humanos deixam seus corpos e “encarnam” os seres locais, podendo assim conviver em solo alienígena, inclusive respirando a atmosfera que é altamente tóxica para os humanos. Uma verdadeira viagem que nos faz lembrar quando jogamos aqueles MMRPG online em que damos vida a um personagem em um mundo fictício e praticamente vivemos a vida dele. Uma idéia genial!

Em ‘Avatar’, a trama é uma bela ficção científica de fazer babar o mais nerd dos nerds! Tudo começa pela ambientação da história, que se passa em Pandora, uma lua de algum planeta longínquo, coberta por uma natureza verdadeiramente deslumbrante. As plantas, as árvores, tudo é absurdamente belo, tudo é absurdamente gigante! Um visual inédito de cair o queixo.

A fauna local também é uma obra prima à parte, com belíssimos animais totalmente inéditos e imprevisíveis como as voadoras Banshees, os enormes Hammerheads, os violentos Thanators e o mortal Toruk.

Mas o que mais cativa no filme são os humanóides nativos de Pandora, os Na’Vi. Uma raça enorme que vive em uma cultura tribal. Com a pele azul e uma fisionomia que lembra uma mistura de cara de gato com cara de cervo, esses guerreiros são altos, magros e muito fortes, com orelhas pontudas, uma longa cauda e longos cabelos negros. Seus olhos são grandes e seus ossos são revestidos com fibra de carbono, o que os faz praticamente inquebráveis.

Seres fantásticos capazes de se conectar à natureza e aos animais através de impulsos eletroquímicos, assim como os neurônios do cérebro humano, por meio de uma terminação nervosa que fica dentro de seus cabelos, na ponta de suas longas tranças. Uma idéia genial e totalmente original.

Os personagens são muito concretos e convincentes, capazes de emocionar verdadeiramente a platéia. Destaque para os avatares dos humanos, o chefe da tribo dos Na’Vi, sua esposa xamã, que protagoniza uma das cenas mais emocionantes do filme quando os humanos destroem seu lar, o maior guerreiro dos Na’Vi, chamado Tsu’Tey, que morre como herói no final da trama e muitos outros.

Mas a personagem que mais toca os espectadores no filme é Neytiri, a mocinha do filme, a grande guerreira Na’Vi, a garota por quem o mocinho se apaixona.

Neytiri é uma personagem completamente apaixonante! No início você se assusta com a sua aparência, mas 30 minutos depois você já está babando, achando ela linda e torcendo para que ela fique logo com o herói. Ela é forçada por seus pais, os chefes da tribo, a ensinar o forasteiro Jake Sully, o soldado americano que interage com ela através de seu avatar, a aprender os costumes do povo Na’Vi.

Jake passa as informações que consegue colher de Neytiri para os humanos, ensinando-os a como atingir a tribo e conseguir seus objetivos. Mas ele não esperava se apaixonar por ela!

Cenas de ação e um visual deslumbrante banham a visão dos espectadores, principalmente em salas com tecnologia 3D, que ajuda o público a entrar no filme.

Um programa imperdível para quem gosta de curtir um bom filme! Vale muito a pena! Parabéns à Fox, por acreditar na proposta e parabéns a James Cameron, por criar uma das mais belas histórias que o cinema mundial já pôde testemunhar.

Até mais…

Enviado por:  Carlos Sighieri - Categoria: Animação 3D, Brand, Cinema, Design de personagens
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15/01/2010 -  11:21     

Das páginas dos livros infantis para as telonas dos cinemas.

A maior dificuldade que existe quando profissionais da indústria do entretenimento migram uma obra para uma mídia diferente da original, é a fidelidade.

Hoje está na moda irmos ao cinema para assistirmos adaptações de livros, games e histórias em quadrinhos, mas quase nunca o que vemos na telona é um reflexo fiel do que lemos ou jogamos nas mídias em que estas obras foram originalmente elaboradas.

Isso se dá por que, quando mudamos de mídia, somos obrigados a fazer certas adaptações, para que a mensagem continue sendo passada ao publico consumidor. Mas apesar dessa obrigação, temos que ser cuidadosos para não mudarmos o teor original da obra, o que, às vezes, é muito difícil. Porém, vez ou outra, somos agraciados por profissionais que, primorosamente, não apenas conseguem migrar uma obra de mídia com extrema fidelidade, mas também conseguem acrescentar novos valores ao original.

Um exemplo disso é o filme ‘Onde Vivem os Monstros’, que estréia nesta sexta-feira (15/01/2010) nos cinemas brasileiros.

Baseado em um dos livros infantis mais amados do mundo, escrito e ilustrado por Maurice Sendak, ‘Where The Wild Things Are’ (nome original em inglês), traz uma clássica história sobra a infância e os lugares que iremos encontrar em nossas vidas.

O filme conta a história de Max, um indisciplinado e sensível garoto que se sente mal compreendido em casa e foge para Onde Vivem os Monstros. Max chega a uma ilha, onde conhece misteriosas e estranhas criaturas, cujas emoções são tão selvagem e imprevisíveis quanto suas ações.

Os monstros procuram, desesperadamente por um líder que possa guiá-los, assim como Max procura um reino para governar. Quando Max é coroado rei, ele promete criar um lugar onde todos serão felizes. Porém, logo, Max percebe que reinar não é tão fácil e as relações com os monstros se provam mais complicadas do que ele esperava.

Primorosamente criado, o filme é extremamente fiel ao livro, principalmente na parte visual. Os criadores conseguiram representar os monstros de Maurice Sendak de forma absolutamente fiel aos seus desenhos. A história do filme é um pouco mais rica que a do livro, pois o mesmo é um curto conto infantil que pode ser lido em poucos minutos.

Uma produção fantástica e emocionante que prova que levar o conteúdo de outras mídias para o cinema ainda é um excelente negócio e que, quando profissionais sérios conseguem respeitar a criação original do autor, tudo se torna uma bela obra de arte.

‘Onde Vivem os Monstros’ estréia hoje, 15/01/2010 em todos os cinemas brasileiros.

Vale a pena conferir!

Enviado por:  Carlos Sighieri - Categoria: Cinema, Design de personagens, literatura infantil
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02/12/2009 -  16:17     

Criação de Personagens: Os mais durões dos games.

O cuidado na hora da criação de um personagem é vital para o desenvolvimento de uma trama, seja ela um romance, um roteiro, uma novela, uma história em quadrinhos, uma série de TV, um filme, um vídeo game ou qualquer outro tipo de texto. Se o personagem não tiver uma personalidade marcante, um histórico legal e convincente e uma profundidade que nos faz acreditar que ele realmente existe e está vivo, a história, por melhor que seja, pode ir por água abaixo.

No mundo dos games, várias histórias muito boas morreram nas mãos de personagens superficiais e inacreditáveis, enquanto jogos sem nem mesmo um enredo coerente foram verdadeiros sucessos mundiais devido apenas ao carisma de seus personagens centrais. Várias dessas personalidades fictícias cruzaram as fronteiras dos games e aterrissaram em outros mundos, como quadrinhos, cinema e TV.

Tendo isso tudo em mente, pensei em fazer um ‘ranking’ dos 10 personagens mais durões dos games. Quando digo durões, quero dizer que esses personagens têm personalidade forte, são corajosos, não conhecem o medo e enfrentam qualquer desafio para alcançar seus objetivos. E eu não estou falando de Mario, Sonic ou Pac-Man que, para mim, são “hors concours”. Estou falando de personagens humanos mesmo! Cinco mulheres e cinco homens que poderiam existir ou, que muitos gostariam de ser. Claro que esse ‘ranking’ segue apenas a minha opinião pessoal, mas uma coisa não se discute: todos os 10 são personagens muito bem criados, com históricos coerentes e convincentes e com personalidades muito originais.

Então vamos aos 10 mais durões dos games e, como primeiro sempre, primeiro vêm as damas, vamos começar por elas, as mulheres mais corajosas e de personalidade forte dos games:

Em quinto lugar eu coloquei a Jade, protagonista do game “Beyond Good & Evil”, do PlayStation 2. Essa morena de olhos verdes não mede esforços na hora de desvendar uma conspiração interespacial;

Em quarto lugar vem Nariko, essa oriental linda, de cabelos ruivos que bota pra quebrar em “Heavenly Sword”, do PLayStation 3. Eu é que não queria encontrar com ela nervosa:

Em terceiro lugar está a eterna musa dos games de luta, a chinesinha Chun Li. Ícone da série “Street Fighter”, da Capcom, Chun Li é uma das maiores personalidades femininas do mundo dos games. Dona de um par de pernas fortes e rápidas, ela habita, até hoje, o imaginário dos marmanjos de plantão:

A vice-campeã, segundo a minha opinião, é claro, é a irreverente e sensual Lara Croft, da série “Tomb Rider”, da Eidos. Dona de uma fortuna incontável, Lara viaja o mundo atrás dos mais raros e caros artefatos arqueológicos da história, no melhor estilo Indiana Jones. De tanta popularidade, Lara Croft foi parar no cinema na pele de ninguém mais, ninguém menos que Angelina Jolie:

E em primeiro lugar, a minha grande campeã: Samus Aran! Guerreira interespacial, misteriosa e muito corajosa, ela é a heroína da série “Metroid”, da Nintendo e, na minha opinião, um dos melhores personagens já criados:

Já no lado masculino da brincadeira, quem eu coloquei em quinto lugar é Geralt of Rivia, o caçador de monstros do game “The Witcher”. Dono de uma impressionante habilidade, Geralt não mostra o mínimo medo ao enfrentar monstros assustadores:

Em quarto lugar vem a máquina de matar alienígenas, o encouraçado Master Chief, herói da série “Halo”, da Bungie. Dono de poderes sobre humanos, Master Chief veste a armadura Mijolnir e dedica sua vida para acabar com a aliança alienígena chamada Covenant:

Em terceiro lugar, um dos personagens mais misteriosos dos games: Altair, o assassino de “Assassin’s Creed”, da UbiSoft. Muito bem criado e trabalhado visualmente, Altair é um daqueles personagens que você gostaria se ser. É muito bom viver este belo personagem nesta incrível franquia dos games:

O nosso vice-campeão é um dos caras mais metidos a bonzão que eu já vi. Metade humano, metade demônio, Dante Sparda, herói da série “Devil May Cry”, dedica a vida a descarregar cartuchos e mais cartuchos de balas na cara de qualquer demônio que tente invadir a Terra:

E por fim, o nosso grande campeão não poderia ser outro personagem senão o invocado general espartano Kratos, da série “God of War”. Esse sim não tem medo de nada, nem mesmo dos deuses do Olímpo. A mitologia grega que se cuide, senão, Kratos, até o fim da série, vai acabar matando todos os seus personagens importantes:

Bom, pessoal, é isso aí. Esses aí em cima são meus 10 personagens preferidos dos gams. Os 10 com quem eu mais gosto de jogar. Espero que tenham gostado e aguardo seus comentários.

Até mais…

Enviado por:  Carlos Sighieri - Categoria: Arte e design de games, Design de personagens
Tags relacionadas:  2D, 3D, Arte, Capcom, Consoles, Design, História em Quadrinhos, Ilustração, Mario, Modelagem, Nintendo, Personagens, PlayStation, Sonic, Videogame
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Carlos Sighieri é Profissional Liberal e atua na área de Ilustração e Design Gráfico desde 1998.







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