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11/10/2011 -  13:33     

Os 25 anos dos Cavaleiros do Zodíaco

Hoje, dia 11 de outubro, um os maiores sucessos da cultura japonesa completa 25 anos de estrada. Trata-se nada mais, nada menos do que os “Cavaleiros do Zodíaco”.

Sucesso absoluto no final da década de 1980, Cavaleiros do Zodíaco é uma das séries de animes mais famosas de todos os tempos. Uma verdadeira legião de fãs foram arrebatados quando o desenho animado chegou ao Brasil.

Eu ainda lembro, todos na rua sumiam na hora em que um novo episódio ía para o ar!

As lutas, os golpes, os personagens, as sagas… tudo era inesquecível!

25 anos depois, os Cavaleiros continuam a fazer sucesso em vídeo e mangá e, agora no final de 2011, um grande game comemorativo para o PlayStation 3 promete quebrar tudo!

Só nos resta esperar! Por enquanto, só temos a agradecer e a dar os parabéns a Seiya e seus companheiros de batalha!

Valeu…

Enviado por:  Carlos Sighieri - Categoria: Animê, Brand, Cinema, Datas Legais, Desenho animado, Games, História em Quadrinhos, Mangá
Tags relacionadas:  2D, Animação, Arte, Cavaleiros do Zodíaco, Cinema, Criança, Desenho animado, História em Quadrinhos, Infantil, Personagens, PlayStation, Videogame
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25/05/2011 -  10:22     

RECORDAR É VIVER - QUANDO O DESENHO ANIMADO SE CONFUNDO COM O VÍDEO GAME

Quem tem mais ou menos a minha idade lembra que, na década de 1980, um game fez muito sucesso nos arcades. Um game que, na verdade, era simplesmente um desenho animado interativo, onde o jogador determinava o que o personagem principal faria. Com uma animação fantástica, um personagem super carismático e cômico e um plot simples, mas muito simpático, esse sucesso levava o nome de Dragon’s Lair.

E por que será que eu estaria falando dessa jogo antigo? Porque eu tive a oportunidade de jogá-lo novamente ontem, no meu PSP! Isso porque Dragon’s Lair acabou de ser lançado para o portátil da Sony!

Na verdade, Dragon’s Lair nunca esteve longe dos consoles durante esses anos. Ele já apareceu em praticamente todos os consoles de mesa, inclusive para PC. E sempre é um sucesso.

Dragon’s Lair, baseado na série de desenhos animados com o menso título é também um desenho animado, onde Dirk, um corajoso, porém desajeitado cavaleiro, tenta resgatar a bela princesa Daphne das mãos de um terrível vilão. O enredo simples, mas cativante traz novamente a simples batalha entre o bem o e mal.

No game, o jogador simplesmente assite a trechos do desenho animado, porém, em determinados momentos, ele deve escolher uma das 4 direções (cima, baixo, esquerda ou direita) ou usar a espada. Se errar, Dirk morre sempre de uma forma ridícula e muito cômica.

Mas o que mais chama a atenção nesse game clássico é a qualidade da animação. Os movimentos são fluidos e o traço é limpo e muito bem feito, mostrando todo o empenho da equipe responsável. Isso somado a um personagem que, a pesar de nunca falar uma palavra, é extremamente sólido e carismático. Um personagem crível e totalmente apaixonante.

A única coisa que pode fazer o jogador perder um pouco a paciência é a extrema dificuldade do jogo. Você deve apertar os botões na hora exata para evitar a morte de Dirk e, muitas vezes, você tem apenas algumas frações de segundo para ver qual é a direção que o game manda você seguir. Mas, com paciência e muita repetição, o jogador consegue ir até o final da aventura e salvar Daphne do terrível vilão.

Se você tem um PSP, vale a pena relembrar esse clássico dos games, que, além de um game muito divertido, também é um desenho animado de altíssima qaulidade, com um personagem muito bom e cenas muito, mas muito engraçadas.

Dragon’s Lair, um clássico que vale a pena recordar!

Até mais…

Enviado por:  Carlos Sighieri - Categoria: Arte e design de games, Desenho animado, Design de personagens, Games
Tags relacionadas:  2D, Animação, Arte, Consoles, Desenho animado, Design, Ilustração, Personagens, Videogame
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27/04/2010 -  14:43     

Alice no País das Maravilhas, de Tim Burton. Bizarro, dark e muito, muito legal!

E dá-lhe cinema!

Sempre fui fã do bizarro diretor de cinema americano, Tim Burton. Desde que o esquisitão levou meu super-herói favorito às telonas em “Batman” e “Batman: O Retorno”, procuro assistir a seus filmes e entrar em seu mundo bizarro, macabro e completamente distorcido.

Depois de obras primas como “Edward Mãos de Tesoura”, “O Estranho Mundo de Jack”, “A Lenda do Cavaleiro Sem Cabeça”, “Peixe Grande”, “A Noiva Cadáver” e o, na minha opinião, fraco remake de “A Fantástica Fábrica de Chocolates”, Tim Burton, sua esposa, Helena Bonham Carter e seu braço direito, Johnny Depp estão de volta com o belíssimo “Alice no País das Maravilhas” (‘Alice in Wonderland’, no original).

Ao contrário do que muitos imaginam, o longa não é uma nova versão do clássico de Lewis Carroll, e sim uma continuação da história, que mostra uma Alice com seus vinte anos e que volta ao ‘Mundo Subterrâneo’ (como é chamado no filme). Lá, sem se lembrar que já havia pisado aquelas terras, ela encontra um mundo distorcido, bizarro, carregado de referências características de Burton.

Nesse momento em que a história do filme se passa, os habitantes do ‘Mundo Subterrâneo’ esperam a volta da Alice para cumprir uma antiga profecia, que diz que quando Alice voltar e matar o Jaguadarte (uma espécie de dragão) com a ‘Espada Vorpal’, a cruel Rainha Vermelha será banida e o reino voltará às mãos da Rainha Branca, que novamente governará em paz e harmonia.

A narrativa e o clima do filme envolvem o espectador de tal maneira que você se deixa levar pelo enredo e acaba entrando no filme. As interpretações estão excelentes e os efeitos são, no mínimo, belíssimos de se ver.

Mais uma vez o destaque vai para Johnny Depp com seu impressionante Chapeleiro Louco, completamente maluco, porém sensível e carismático, diferente do (mais uma vez, na minha opinião pessoal) frio e apático Willy Wonka de “A Fantástica Fábrica de Chocolates”.

Na outra ponta, Helena Bonham Carter faz uma impagável Rainha Vermelha. Com uma cabeçorra enorme, ela desfila sua arrogância de forma inteligente e hilária, criando uma vilã que se ama e se odeia ao mesmo tempo.

Sua inimiga-irmã, a Rainha Branca é trazida à vida pela excelente Anne Hathaway, que está engraçadíssima com seus trejeitos hilários e exagerados.

Alice é interpretada pela, até então desconhecida Mia Wasikowska, que não deixa por menos e dá vida a uma Alice introspectiva e, diria até depressiva, que vai se descobrindo no decorrer do filme até se tornar a heroína que todos esperavam. Com uma maquiagem pesada ao melhor estilho “Noiva Cadáver”, o filme mostra um outro lado da Alice que não lembra em nada o consagrado clássico dos estúdios Disney.

Tudo isso misturado com os vários personagens virtuais e semi-virtuais como o conhecido coelho que vive atrasado, uma lebre completamente maluca, os gêmeos gordinhos que, de tão bizarros se tornam simpáticos, a famosa lagarta que vive fumando um narguile e o mais que famoso Gato que Ri, tornam “Alice no País das Maravilhas” de Tim Burton mais do que um filme. Uma experiência cinematográfica que leva a imaginação aos limites e rompe as fronteiras dos contos de fadas. Uma continuação muito interessante para o conto que todos já conhecem. O clássico escrito por Lewis Carroll, imortalizado pela Disney e transformado pelas mãos bizarras, distorcidas, porém brilhantes de Tim Burton.

Imperdível! Em cartaz nos principais cinemas brasileiros nesta temporada.

Enviado por:  Carlos Sighieri - Categoria: Animação 3D, Cinema, Design de personagens, Litararura Infantil
Tags relacionadas:  3D, Alice no País das Maravilhas, Animação, Arte, Bizarro, Cinema, Cmputação Gráfica, Criança, Desenho animado, Disney, Infantil, Johnny Depp, Personagens, Tim Burton
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29/10/2009 -  11:17     

Epic Mickey: Revelado o novo design do personagem.

O novo game do ratinho símbolo da Disney, “Epic Mickey”, para o Nintendo Wii, está para sair do forno (como publicado neste site no último dia 7) e o que mais causava curiosidade no público que o aguarda era o prometido novo design do personagem símbolo do maior estúdio de animação do mundo.

Pois bem, finalmente o “novo” visual de Mickey Mouse acaba de ser revelado, como pode ser visto na imagem abaixo!

Perceba que a equipe responsável pela direção de arte da obra optou por dar ao ratinho, um corpo mais longilíneo, mais humanóide, com braços e pernas finas e longas. Sua cabeça está bem arredondada e seus olhos lembram um pouco o design clássico do personagem lá pela década de 1930, mais ou menos. Num geral, Mickey ficou bem diferente e, pelo enredo da história do game, ele apresenta uma expressão bastante perturbada.

Só para recordar, o game fala de um lugar liderado pelo pequeno Coelho Oswald, um dos primeiros personagens criador por Walt Disney que já foi, há muito tempo, esquecido pelo público e que é o grande vilão da história. É para esse lugar que os desenhos mais antigos e esquecidos pelo público vão parar, ficando deformados e bizarros.

Pois bem, por sentir muito ciúme de Mickey, que roubou o seu lugar como mascote da Disney, Oswald reúne um exército de criaturas deformadas e lança um ataque sobre o reino mágico da Disney, sujando todo o lugar com uma tinta negra e pegajosa.

Mickey terá que usar pincéis, borrachas e tintas diversas, a limpar o reino e trazer de volta a alegria e as cores ao lugar.

Os cenários são bastante sombrios e assustadores e, às vezes, nem parecem uma obra da Disney. As cores, que nos desenhos animados costumam ser vivas e brilhantes, aparecem escuras e quase sem vida num ambiente que lembram uma verdadeira Gotham City habitada por personagens de cartoon.

Os inimigos do ratinho também são de colocar medo nos fãs mais assíduos do personagem e alguns são até difíceis de se identificar em quem são inspirados. Notem na imagem abaixo que nem o simpático Pato Donald escapou de ter sua versão distorcida pelo mundo de Oswald, assim como o clássico Bafo-de-Onça e um extremamente deformado Hades, vilão do filme “Hércules”.

Confesso que esperava um pouquinho mais da direção de arte de “Epic Mickey”, mas mesmo assim, eu gostei do que vi. Vamos agora aguardar para ver tudo isso interativo e em movimento. Ainda acho que esse é um projeto muito corajoso da Disney e que tem tudo para dar certo e virar um verdadeiro clássico no portfólio do Nintendo Wii.

Enviado por:  Carlos Sighieri - Categoria: Arte e design de games, Desenho animado, Design de personagens
Tags relacionadas:  3D, Animação, Arte, Desenho animado, Design, Disney, Mickey Mouse, Nintendo Wii, Pato Donald, Personagens, Videogame
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07/10/2009 -  16:50     

Revolução na Disney - Mickey Mouse como nunca vimos antes.

O pessoal da Disney está investindo pesado em um projeto no mínimo corajoso. Sim porque, falando de Disney agente sempre associa aos trabalhos dos caras, magia, ternura e cores, muitas cores.

E se eu dissesse que este próximo projeto do estúdio americano traz como sentimentos centrais o esquecimento, o ressentimento, a inveja e a vingança? Estranho, não é?

Mas é isso mesmo! E este novo projeto da Disney trata-se do mais novo game exclusivo para o Nintendo Wii “Epic Mickey”.

O game fala de um lugar para onde os desenhos mais antigos e esquecidos pelo público vão parar. Chegando lá, os personagens começam a se deformar, adotando formas bizarras como máquinas quebradas ou decrépitas.

Quem lidera esse mundo bizarro de personagens deformados e esquecidos é o pequeno Coelho Oswald, (Oswald the Lucky Rabbit foi um dos primeiros personagens criador por Walt Disney e já foi, há muito tempo, esquecido pelo público).

Ao ver seu lugar tomado por Mickey Mouse e ser esquecido pelas pessoas que o assistiam nos cinemas, Oswald começa a nutrir um forte sentimento de ciúmes, rancor e vingança. Depois de muito tempo, o coelhinho reune um exército grande e poderoso o suficiente para lançar uma ofensiva grotesca contra o reino mágico da Disney!

Uma mancha de sujeira é lançada sobre o reino da Disney, sujando tudo com uma pesada e espessa camada de tinta negra. O jogador deve ajudar Mickey, que usará pincéis, borrachas e tintas diversas, a limpar o reino e trazer de volta a alegria e as cores ao lugar. Sendo um título exclusivo para o Nintndo Wii, a interação do Wii Remote será primordial para a mecânica de jogo, pois o jogador deverá desenhar ou até apagar elementos do cenário para avançar na aventura.

Agora, o grande “Q” do game: o jogo mostrará, pela primeira vez na história da Disney, um novo design de sua mascote. Mickey será apresentado com um novo visual e é por isso que o ratinho ainda não foi totalmente revelado nas artes conceituais d o game. (Abaixo, a capa da revista americana GameInformer).

Parece ser um título muito promissor! Agora é esperar para ver!

Enviado por:  Carlos Sighieri - Categoria: Arte e design de games, Desenho animado, Design de personagens
Tags relacionadas:  2D, 3D, Animação, Arte, Desenho animado, Design, Disney, Ilustração, Infantil, Mickey Mouse, Nintendo Wii, Pato Donald, Personagens, Texturas, Videogame
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31/08/2009 -  16:08     

Dois Universos se Fundem!

Uma notícia bombástica para quem é fã de desenhos animados, cinema e histórias em quadrinhos como eu. A Disney anunciou a compra da Marvel Comics por US$ 4 bilhões!!! Vai pagar em dinheiro e ações.

É a fusão de dois gigantes do entretenimento mundial. Nós, fãs e admiradores das duas empresas esperamos que a fusão não prejudique nenhum dos dois mundos e sim, que traga enriquecimento criativo para as inúmeras produções desses dois polos criativos e um verdadeiro aumento na qualidade de ambos os lados e em todas as mídias que seus braços alcançarem. Boa sorte a ambas as empresas, que agora serão uma só! Veja a reportagem completa em:  http://migre.me/6ag5

Enviado por:  Carlos Sighieri - Categoria: Animação 3D, Desenho animado, Design de personagens, História em Quadrinhos
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06/08/2009 -  14:34     

Recordar é Viver – Disney’s Gargoyles.

Em 1994, a série “Gargoyles” (Gárgulas, em português), da Disney vinha para quebrar todo e qualquer protocolo estabelecido sobre as animações da produtora. Com um plot dramático e um estilo claramente gótico, a série recebeu um número jamais visto de episódios e arrebatou uma verdadeira legião de fãs.

Esses dias, navegando pela internet, me lembrei dessa incrível série animada, que contava a história dos Gárgulas que defendiam um Castela no ano de 994 D.C. Transformados em estátuas de pedra durante o dia e ganhando vida na escuridão da noite, esses seres fantásticos se propunham a dar suas vidas para defender seu lar.

Porém, um traidor acabou por arquitetar um plano, distanciando os Gárgulas do castelo durante a noite e facilitando a invasão do inimigo sob a luz do Sol. Destruídos e humilhados, os Gárgulas foram amaldiçoados por um mago a serem estátuas de pedra até que o castelo fosse elevado acima das nuvens.

Mil anos se passaram e um bilionário excêntrico de Nova Iorque, depois de achar o diário do mago e ficar intrigado com a história, resolveu comprar o castelo e removê-lo pedra sobre pedra para o alto de um arranha-céu. Ao anoitecer, os Gárgulas voltaram à vida.

A série tinha um clima muito legal e envolvente, daqueles que você fica louco a cada final de episódio, querendo que o novo dia chegue logo para que você possa conhecer o resto da história. Personagens sólidos, carismáticos e altamente dramáticos eram os protagonistas da série. O melhor exemplo disso é Goliath (Golias, em português), o líder dos Gárgulas. Muito justo e correto, Goliath é o verdadeiro herói, que carrega o peso do mundo nas costas e o amargo gosto da traição na boca.

Tecnicamente falando, o desenho era impecável. Não podia se esperar menos da maior produtora de desenhos animados do mundo, a Disney. Animações perfeitas, olhos expressivos, roteiros envolventes e emocionantes. Um clima “dark” e pesado embalava as histórias desses seres fantásticos que sempre viveram no imaginário popular.

Devido ao enorme sucesso alcançado pela série, logo Gargoyles ganhou uma versão em game, para o Mega Drive. O difícil jogo apresentava um dos gráficos mais lindos do console e uma das animações mais bem feitas até hoje no mundo dos games.

Intrigante e cheia de ação, Gargoyles é uma série que deixou saudades, mas ainda mexe com muitos de seus fãs. Uma série que serve de exemplo para os novos produtores de como se fazer uma boa série se desenho animado com uma historia intrigante e envolvente.

Para quem não conhece, vale a pena procurar. É relativamente fácil encontrar os episódios na internet. Eu recomendo!

Enviado por:  Carlos Sighieri - Categoria: Desenho animado, Design de personagens
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13/07/2009 -  09:32     

Feliz aniversário, Bob Esponja.

Neste mês, quem assopra as velinhas é o nosso amigo marítimo Bob Esponja. O maluco completa 10 anos de muitas atrapalhadas e risadas.

A série Bob Esponja Calça Quadrada (SpongeBob SquarePants, no original), criada pelo oceanógrafo Stephen Hillenburg, estreou na telinha em 1999 no canal pago Nickelodeon. O desenho relata as histórias de Bob Esponja, uma esponja-do-mar, que mais parece uma esponja de lavar louças. Bob é um personagem muito ingênuo e bom de coração, que se mete nas mais malucas enrascadas junto com seu melhor amigo Patrick, uma estrela do mar rosa, gorda e de inteligência questionável.

De tão popular, Bob Esponja, em seus poucos 10 ano de vida, já é exibido em mais de 170 países, em 25 línguas diferentes e já conquistou mais de 30 prêmios, incluindo seis estatuetas do Emmy, o principal prêmio da TV norte-americana.

Muito bem “projetado”, Bob Esponja é um personagem carismático, engraçado e tem um indescritível poder de licensing. Só no Brasil, são mais de 150 produtos vinculados ao personagem.

Todos nós que adoramos desenhos animados e nos divertimos com as trapalhadas desse personagem fantástico, desejamos ao Bob muitas felicidades e muitos anos de vida!

Enviado por:  Carlos Sighieri - Categoria: Desenho animado, Design de personagens
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02/07/2009 -  11:46     

A obra prima de Hayao Miyazaki.

Navegando na internet um dia desses, encontrei um site brasileiro dedicado ao maior estúdio de animação do Japão, o Studio Ghibli, de Hayao Miyazaki e me lembrei do primeiro filme do estúdio que eu assisti, e, que até hoje é considerado uma das obras mais bem feitas da animação japonesa e a obra prima do diretor: “Nausicaä do Vale do Vento”.

Mas antes de falar do filme em si, vamos contar um pouquinho da história deste que é um dos mais premiados e respeitados artistas do mundo.

Hayao Miyazaki, que ficou famoso aqui no Brasil com o incrível “A Viagem de Chihiro”, começou a se aventurar pelo mundo dos desenhos animados quando ainda estudava Ciências Políticas e Econômicas na faculdade. Em 1962 ele começou a trabalhar no estúdio de animação Toei como intervalador, o cara que era responsável pela junção das películas dos desenhos. Foi na Toei Animation que o diretor conheceu aquele que seria um de seus maiores parceiros, Isao Takahaka. O primeiro trabalho de expressão do diretor foi o longa “Hols: Prince of the Sun”, consolidando a parceria entre Miyazaki, Takahaka e Yasuo Otsuka. Parceria essa que continuou mesmo após a saída dos três artistas da Toei em 1971.

Em 1979 Miyazaki dirigiu sua primeira série para a TV japonesa: “Future Boy Conan”. E foi no ano seguinte que ele dirigiu seu primeiro longa metragem animado: “O Castelo de Cagliostro”. Paralelamente a isso, Miyazaki produzia aquela que seria sua obra prima, o mangá “Nausicaä do Vale do Vento”, que logo foi adaptado para o anime de longa metragem épico e maravilhoso. Tido por muitos como o maior, melhor e mais emocionante filme de Miyazaki, Nausicaä fez tanto sucesso que permitiu que o diretor concretizasse a criação do Studio Ghibli junto com o colega Isao Takahaka. Desde então, o estúdio vêm produzindo animações de altíssima qualidade que fazem com que seja o estúdio de animação mais influente do Japão.

“Nausicaä do Vale do Vento” nasceu da fascinação de Miyazaki pela personagem da Mitologia Grega de mesmo nome que aparece no livro “Odisséia”. Nausicaä era uma jovem princesa muito bonita e sonhadora, que vivia na ilha de Feácia. Foi ela quem salvou Odisseu, quando este apareceu ferido em uma das praias da ilha. Pressionado pelos pais da moça, Odisseu partiu sem demora, o que deixou o coração de Nausicaä muito triste.

Miyazaki sempre gostou de comparar a princesa grega com uma princesa das fábulas japonesas. Essa princesa, vinda de uma família aristocrática, era tratada como sendo uma moça estranha por ter hábitos, digamos, deferentes, além de possuir sobrancelhas escuras e dentes muito brancos, coisas incomuns naquela época. Apesar de sua idade, a moça se divertia brincando nos campos e observando a magia da natureza, sendo sua maior paixão, a vida dos insetos. Mas infelizmente, como costuma enfatizar Miyazaki, diferente de Nausicaä, essa “princesa japonesa que adorava insetos” nunca teve um Odisseu para salvar em suas praias. Todo esse turbilhão de sentimentos transformou a princesa grega Nausicaä em uma personagem importante de Hayao Miyazaki, uma garota sensível, porém forte e corajosa, a heroína que, em poucas ações, cativa a atenção e a admiração do espectador logo de início.

A história do anime se passa mil anos após a chamada Guerra dos Setes Fogos, quando metrópoles inteiras decaíram devido à alta quantidade de substâncias tóxicas que jogavam na atmosfera. O mundo moderno, as indústrias e a alta tecnologia foram engolidas pelo tempo e esquecidas para sempre. A maior ameaça presente nesse mundo apocalíptico é a expansão contínua dos Fukai, gigantescas florestas de fungos que sopram um gás venenoso na atmosfera, letal a todas as formas de vida, com exceção dos insetos, que acabaram se desenvolvendo de maneira descontrolada e se tornaram monstros gigantes e ameaçadores. Não se sabe como surgiram os Fukai e nem como evitar que eles devastem o pouco que sobrou do mundo. É nesse cenário que Nausicaä, a jovem princesa do pequeno reino do Vale do Vento, uma doce moça que tem uma incrível empatia com os animais, inclusive os gigantescos Ohmu, imensos insetos encouraçados que habitam os Fukai, busca compreender a origem e a função daquelas belas e podres florestas, enquanto se vê representante de seu povo, já que seu pai, governante do Vale, foi infectado pelo veneno dos Fukai. O ambiente hostil em que se passa a trama contribui para quebrar conceitos de bem e mal, já que todos estão em uma única batalha pela sobrevivência da raça humana.

Um roteiro primoroso, uma qualidade técnica de fazer inveja aos maiores estúdios de animação do mundo aliados a personagens cativantes e profundos, cenários de tirar o fôlego e uma animação impecável, fazem de Nausicaä um filme imperdível, que vai emocionar a todos e alimentar a imaginação daqueles que adoram aventuras épicas e heróicas. O filme, que eu saiba, nunca foi distribuído oficialmente aqui no Brasil, o que é uma pena, mas não é difícil encontrá-lo disponível para download na internet, além de gravações em DVD no bairro da Liberdade em São Paulo.

Em paralelo a isso, o mangá “Nausicaä do Vale do Vento” já está em seu 5º volume aqui no Brasil, editado pela Conrad Editora. Também vale a pena dar uma conferida nos desenhos majestosos e na narrativa envolvente desta obra eterna que já embala os japoneses há vários anos.

Só nos resta torcer para que, depois de “A Viagem de Chihiro” e “O Castelo Animado”, alguma distribuidora traga todos os outros fantásticos filmes de Miyazaki aqui para o Brasil.

Fontes: http://merafantasia.blogspot.com/ e http://site.studioghibli.com.br/

Enviado por:  Carlos Sighieri - Categoria: Desenho animado, Design de personagens
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09/06/2009 -  15:13     

Feliz aniversário, Pato Donald!

Pessoal, hoje, dia 9 de junho, comemoramos o aniversário de um dos mais queridos personagens já criados, o Pato Donald. Apesar de não aparentar, nosso amigo rabugento está completando 75 anos de idade.

O Pato Donald é um dos personagns mais famosos de Walt Disney, ao lado de Mickey Mouse, Pateta e Pluto. Sempre vestido de marinheiro, Donald encanta por seu grande coração, mas também por seu temperamento explosivo.

Donald já apareceu em curtas e longas metragens, em história em quadrinhos, em albuns de figurinhas e em tudo o mais que você possa imaginar para um personagem tão famoso e com um poder de “licensing” tão grande quanto ele.

Bom, Huguinho, Zezinho, Luizinho, Mickey, Pateta, Pluto, Minnie, Margarida, Zé Carioca, CLara Bela, Bafo de Onça, Tio Patinhas, eu e todos os que são fãs da Disney e de seus personagens incríveis desejamos ao Donald um Feliz aniversário e muitos mais anos de vida! Parabéns!

Enviado por:  Carlos Sighieri - Categoria: Design de personagens
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Carlos Sighieri é Profissional Liberal e atua na área de Ilustração e Design Gráfico desde 1998.







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