• Home
  • Perfil
  • Portfolio
  • Contato

22/04/2010 -  11:24     

Homem de Ferro volta maior e melhor às telonas dos cinemas.

Muita correria e três meses depois, estou voltando a postar e, coincidentemente falando de cinema.

Um dos maiores, melhores e mais adorados heróis da Marvel volta aos cinemas agora em 2010 para viver sua segunda aventura anunciada no excelente primeiro filme. Trata-se de ninguém mais, ninguém menos que o excêntrico Tony Stark, mais conhecido como “O Homem de Ferro”.

Em “Homem de Ferro 2”, o mundo está consciente de que o empresário e inventor bilionário Tony Stark é o Homem de Ferro. Pressionado pelo governo, pela imprensa e pelo público a compartilhar sua tecnologia com os militares, Tony não está disposto a divulgar os segredos por trás da armadura do Homem de Ferro, pois teme que a informação caia em mãos erradas. Com Pepper Potts e James Rhodes ao seu lado, Tony forja novas alianças e enfrenta novas e poderosas forças do mal.

O longa estréia nos cinemas brasileiros no próximo dia 30 de abril e trás algumas novidades. A primeira e, na minha opinião, mais legal é a efetiva participação do braço direito do herói conhecido como Máquina de Combate (War Machine no original em inglês), alter ego do inseparável amigo de Tony, o Tenente-Coronel James Rhodes, desta vez interpretado pelo fantástico Don Cheadle. O personagem ficou simplesmente ANIMAL! A armadura cinza está absolutamente fiel aos quadrinhos. Um personagem incrível que fez muita falta no primeiro filme.

Um novo vilão também aparece no longa. Desta vez, quem tenta acabar com a vida boa do nosso herói é Ivan Vanko, interpretado pelo irreconhecível Mickey Rourke. Ivan, filho do físico russo Anton Vanko, tem uma vendeta pessoal contra Tony e todo o legado Stark. Sedento em limpar a honra de sua família, Ivan projetou seu próprio traje capaz de iniciar sua vingança contra o Homem de Ferro.

Outra novidade da franquia é a participação da bela Scarlett Johansson, na pele de Natasha Romanoff, conhecida como a Viúva Negra (Black Widow no original em inglês). Esta agente da S.H.I.E.L.D. é a mais nova contratada das indústrias Stark e a mais nova aliada do Homem de Ferro.

O filme ainda conta com a volta de Gwyneth Paltrow no papel de Virginia “Pepper” Potts e do aclamado ator Samuel L. Jackson, mais uma vez na pele do misterioso diretor da S.H.I.E.L.D., Nick Fury.

O longa promete ainda mais ação e efeitos do que o primeiro e tem tudo para ser mais um grande sucesso da Marvel nos cinemas. O que nos resta agora e esperar para ver o Homem de Ferro e o Máquina de Combate nas telonas.

É isso aí, até mais…

Enviado por:  Carlos Sighieri - Categoria: Cinema, Design de personagens, História em Quadrinhos
Tags relacionadas:  Animação, Cinema, História em Quadrinhos, Homem de Ferro, Máquina de Combate, Marvel Comics, Personagens, Produto, Super Herói
  • Nenhum comentário
  • Comentar
  • Enviar
  • Compartilhe
  • BlogBlogs
  • Linkk
  • BlinkList
  • del.icio.us
  • Digg
  • Furl
  • Google Bookmarks
  • ma.gnolia
  • Netscape
  • Newsvine
  • reddit
  • StumbleUpon
  • Tailrank
  • Technorati
  • Windows Live
  • Yahoo! My Web
19/01/2010 -  11:23     

Avatar – Uma experiência cinematográfica inesquecível!

Atenção: se você ainda não assistiu ‘Avatar’, não leia este post, pois ele contém spoilers!

Finalmente! Depois de muito tempo fui até o cinema assistir ‘Avatar’, o fenômeno cinematográfico do conceituado diretor James Cameron e juro que fiquei extasiado com o filme. A verdade é que eu nem sei por onde começar a falar dessa obra prima da sétima arte.

Vamos começar então pela história. Apesar do filme ser impecável, o roteiro não tem nada de original, não! Trata-se da velha história dos conquistadores que chegam a uma nova terra para explorá-la, mas acabam se deparando com os nativos, que, na sede de tentar proteger seu lar dos invasores, acabam se tornando verdadeiros inimigos destes. E claro, o maior heróis dos conquistadores acaba as apaixonando por uma nativa e, no final da história, muda de lado e salva a terra dos invasores estrangeiros. História já bem conhecida.

Até aí tudo bem! Mas o que chama à atenção mesmo é a maneira como essa história é contada, os meios usados para contá-la e os personagens que a vivem.

A tecnologia 3D utilizada em ‘Avatar’ é uma verdadeira revolução na indústria dos efeitos especiais, trazendo uma sensação de realidade que faz você realmente acreditar na existência daqueles seres que aparecem na tela.

Agora, a idéia original do filme é a maneira como os humanos interagem com os nativos. E isso se dá através de seus avatares, corpos sintéticos criados a partir da fusão do DNA humano com o DNA dos nativos. Com esses avatares, os humanos deixam seus corpos e “encarnam” os seres locais, podendo assim conviver em solo alienígena, inclusive respirando a atmosfera que é altamente tóxica para os humanos. Uma verdadeira viagem que nos faz lembrar quando jogamos aqueles MMRPG online em que damos vida a um personagem em um mundo fictício e praticamente vivemos a vida dele. Uma idéia genial!

Em ‘Avatar’, a trama é uma bela ficção científica de fazer babar o mais nerd dos nerds! Tudo começa pela ambientação da história, que se passa em Pandora, uma lua de algum planeta longínquo, coberta por uma natureza verdadeiramente deslumbrante. As plantas, as árvores, tudo é absurdamente belo, tudo é absurdamente gigante! Um visual inédito de cair o queixo.

A fauna local também é uma obra prima à parte, com belíssimos animais totalmente inéditos e imprevisíveis como as voadoras Banshees, os enormes Hammerheads, os violentos Thanators e o mortal Toruk.

Mas o que mais cativa no filme são os humanóides nativos de Pandora, os Na’Vi. Uma raça enorme que vive em uma cultura tribal. Com a pele azul e uma fisionomia que lembra uma mistura de cara de gato com cara de cervo, esses guerreiros são altos, magros e muito fortes, com orelhas pontudas, uma longa cauda e longos cabelos negros. Seus olhos são grandes e seus ossos são revestidos com fibra de carbono, o que os faz praticamente inquebráveis.

Seres fantásticos capazes de se conectar à natureza e aos animais através de impulsos eletroquímicos, assim como os neurônios do cérebro humano, por meio de uma terminação nervosa que fica dentro de seus cabelos, na ponta de suas longas tranças. Uma idéia genial e totalmente original.

Os personagens são muito concretos e convincentes, capazes de emocionar verdadeiramente a platéia. Destaque para os avatares dos humanos, o chefe da tribo dos Na’Vi, sua esposa xamã, que protagoniza uma das cenas mais emocionantes do filme quando os humanos destroem seu lar, o maior guerreiro dos Na’Vi, chamado Tsu’Tey, que morre como herói no final da trama e muitos outros.

Mas a personagem que mais toca os espectadores no filme é Neytiri, a mocinha do filme, a grande guerreira Na’Vi, a garota por quem o mocinho se apaixona.

Neytiri é uma personagem completamente apaixonante! No início você se assusta com a sua aparência, mas 30 minutos depois você já está babando, achando ela linda e torcendo para que ela fique logo com o herói. Ela é forçada por seus pais, os chefes da tribo, a ensinar o forasteiro Jake Sully, o soldado americano que interage com ela através de seu avatar, a aprender os costumes do povo Na’Vi.

Jake passa as informações que consegue colher de Neytiri para os humanos, ensinando-os a como atingir a tribo e conseguir seus objetivos. Mas ele não esperava se apaixonar por ela!

Cenas de ação e um visual deslumbrante banham a visão dos espectadores, principalmente em salas com tecnologia 3D, que ajuda o público a entrar no filme.

Um programa imperdível para quem gosta de curtir um bom filme! Vale muito a pena! Parabéns à Fox, por acreditar na proposta e parabéns a James Cameron, por criar uma das mais belas histórias que o cinema mundial já pôde testemunhar.

Até mais…

Enviado por:  Carlos Sighieri - Categoria: Animação 3D, Brand, Cinema, Design de personagens
Tags relacionadas:  3D, Animação, Arte, Avatar, Cinema, Design, James Cameron, Personagens, Produto, Videogame
  • 3 comentários
  • Comentar
  • Enviar
  • Compartilhe
  • BlogBlogs
  • Linkk
  • BlinkList
  • del.icio.us
  • Digg
  • Furl
  • Google Bookmarks
  • ma.gnolia
  • Netscape
  • Newsvine
  • reddit
  • StumbleUpon
  • Tailrank
  • Technorati
  • Windows Live
  • Yahoo! My Web
15/01/2010 -  11:21     

Das páginas dos livros infantis para as telonas dos cinemas.

A maior dificuldade que existe quando profissionais da indústria do entretenimento migram uma obra para uma mídia diferente da original, é a fidelidade.

Hoje está na moda irmos ao cinema para assistirmos adaptações de livros, games e histórias em quadrinhos, mas quase nunca o que vemos na telona é um reflexo fiel do que lemos ou jogamos nas mídias em que estas obras foram originalmente elaboradas.

Isso se dá por que, quando mudamos de mídia, somos obrigados a fazer certas adaptações, para que a mensagem continue sendo passada ao publico consumidor. Mas apesar dessa obrigação, temos que ser cuidadosos para não mudarmos o teor original da obra, o que, às vezes, é muito difícil. Porém, vez ou outra, somos agraciados por profissionais que, primorosamente, não apenas conseguem migrar uma obra de mídia com extrema fidelidade, mas também conseguem acrescentar novos valores ao original.

Um exemplo disso é o filme ‘Onde Vivem os Monstros’, que estréia nesta sexta-feira (15/01/2010) nos cinemas brasileiros.

Baseado em um dos livros infantis mais amados do mundo, escrito e ilustrado por Maurice Sendak, ‘Where The Wild Things Are’ (nome original em inglês), traz uma clássica história sobra a infância e os lugares que iremos encontrar em nossas vidas.

O filme conta a história de Max, um indisciplinado e sensível garoto que se sente mal compreendido em casa e foge para Onde Vivem os Monstros. Max chega a uma ilha, onde conhece misteriosas e estranhas criaturas, cujas emoções são tão selvagem e imprevisíveis quanto suas ações.

Os monstros procuram, desesperadamente por um líder que possa guiá-los, assim como Max procura um reino para governar. Quando Max é coroado rei, ele promete criar um lugar onde todos serão felizes. Porém, logo, Max percebe que reinar não é tão fácil e as relações com os monstros se provam mais complicadas do que ele esperava.

Primorosamente criado, o filme é extremamente fiel ao livro, principalmente na parte visual. Os criadores conseguiram representar os monstros de Maurice Sendak de forma absolutamente fiel aos seus desenhos. A história do filme é um pouco mais rica que a do livro, pois o mesmo é um curto conto infantil que pode ser lido em poucos minutos.

Uma produção fantástica e emocionante que prova que levar o conteúdo de outras mídias para o cinema ainda é um excelente negócio e que, quando profissionais sérios conseguem respeitar a criação original do autor, tudo se torna uma bela obra de arte.

‘Onde Vivem os Monstros’ estréia hoje, 15/01/2010 em todos os cinemas brasileiros.

Vale a pena conferir!

Enviado por:  Carlos Sighieri - Categoria: Cinema, Design de personagens, literatura infantil
Tags relacionadas:  2D, Arte, Cinema, Criança, Design, Infantil, literatura infantil, Personagens, Produto
  • 2 comentários
  • Comentar
  • Enviar
  • Compartilhe
  • BlogBlogs
  • Linkk
  • BlinkList
  • del.icio.us
  • Digg
  • Furl
  • Google Bookmarks
  • ma.gnolia
  • Netscape
  • Newsvine
  • reddit
  • StumbleUpon
  • Tailrank
  • Technorati
  • Windows Live
  • Yahoo! My Web
08/12/2009 -  10:30     

Feliz Aniversário, PlayStation!

Nesta primeira quinzena de dezembro, a marca PlayStation, da japonesa Sony, completa 15 anos de uma vida de sucesso absoluto.

Surgindo em um momento em que a indústria dos video games era uma verdadeira guerra entre as também japonesas, Nintendo e Sega, o PlayStation veio para impor sua maneira de fazer entretenimento eletrônico e logo assumir o trono desse universo fascinante. Ao longo desse 15 anos, a marca PlayStation se consolidou no mercado como uma das marcas mais conhecidas e amadas pelo público e ainda emplacou o console de maior sucesso da história, o PlayStation 2, ainda hoje, o console mais vendido do mundo.

Nós, fãs dos games e, principalmente, fãs da marca PlayStation desejamos a ela muitos e muitos anos mais de sucesso e entretenimento ao público em geral. Parabéns à Sony e, principalmente à marca PlayStation, que tanto amamos!

Abaixo, alguns dos grandes sucessos da marca:

E muito ainda está por vir. Vamos aguardar os próximos 15 anos!

Enviado por:  Carlos Sighieri - Categoria: Brand, Design de produto
Tags relacionadas:  Consoles, Design, Marca, Nintendo, PlayStation, PlayStation 2, PlayStation 3, Produto, PSP, Sega, Sony
  • Nenhum comentário
  • Comentar
  • Enviar
  • Compartilhe
  • BlogBlogs
  • Linkk
  • BlinkList
  • del.icio.us
  • Digg
  • Furl
  • Google Bookmarks
  • ma.gnolia
  • Netscape
  • Newsvine
  • reddit
  • StumbleUpon
  • Tailrank
  • Technorati
  • Windows Live
  • Yahoo! My Web
27/10/2009 -  13:26     

A arte nos Games: Simplicidade e beleza.

Mais um game de Wii que traz um belíssimo trabalho de arte. Trata-se de “LostWinds: Winter of the Melodias”.

Continuação do original LostWinds, lançado há pouco mais de um ano para a rede WiiWare, o game, desenvolvido pela inglesa “Frontier Developments”, mais uma vez coloca o jogador na pele não só do personagem, mas como também do vento que, com movimentos do Wii Remote, pode ajudar o protagonista a avançar pelas fases do game.

Além disso tudo, agora o jogador também poderá controlar o clima e as estações, fazer tufões, evaporar água de lagos e até mesmo fazer chover, tudo isso para ajudar o personagem durante toda a aventura.

Um dos aspectos que mais chamam à atenção é a arte do jogo. Muito colorida e bem feita, a direção artística do jogo é uma atração à parte. Desde a arte conceitual até o resultado final, a produção é belíssima e cuidadosa. Traços simples e estilizados mostram cenários diversos e personagens marcantes que cativarão até os mais exigentes em matéria de gráficos.

Os cenários são variados e as cores vibram na tela enquanto o jogador se diverte bancando o Espírito do Vento.

Mais um trabalho primoroso da “Frontier Developments” e mais um grande jogo no portfólio do Nintendo Wii. Ambas as empresas estão de parabéns!

Enviado por:  Carlos Sighieri - Categoria: Animação 3D, Arte e design de games, Design de personagens
Tags relacionadas:  2D, 3D, Animação, Arte, Consoles, Design, Ilustração, Infantil, Nintendo, Nintendo Wii, Personagens, Produto, Videogame
  • Nenhum comentário
  • Comentar
  • Enviar
  • Compartilhe
  • BlogBlogs
  • Linkk
  • BlinkList
  • del.icio.us
  • Digg
  • Furl
  • Google Bookmarks
  • ma.gnolia
  • Netscape
  • Newsvine
  • reddit
  • StumbleUpon
  • Tailrank
  • Technorati
  • Windows Live
  • Yahoo! My Web
23/10/2009 -  10:28     

Feliz Aniversário, Game Boy.

O vídeo game portátil mais famoso do mundo completa 20 anos de vida agora em 2009 (a versão clássica, cinza, conhecida como Game Boy Tijolão).

O console foi lançado no ano de 1989, fruto da criação de Gunpei Yokoi e, a partir daí, veio revolucionando o mundo do entretenimento e a forma de se jogar jogos eletrônicos.  Com o lançamento do portátil, a Nintendo reinou absoluta no mercado mesmo tenho um aparelho que perdia em hardware para os seus concorrentes, mas como diria seu criador: “Hardware não é pré-requisito para o sucesso de uma plataforma.” E ele tinha razão, pois até hoje o Game Boy é adorado por todo o mundo, principalmente no Japão e nesses 20 anos de sucesso veio evoluindo e ganhando produções de games clássicos primorosamente adaptados para a telinha pequena ou criados unica e exclusivamente para o portátil.

Tenho certeza que, como eu, muitos desejam um feliz aniversário para esse que é um dos consoles mais queridos do mundo e que ele continue figurando entre os vídeo games mais adorados ainda por muitos e muitos anos. Mais uma vez, parabéns a Nintendo!

Abaixo, a evolução do Pequeno Notável da Nintendo nesses seus 20 anos de vida:

Enviado por:  Carlos Sighieri - Categoria: Design de produto
Tags relacionadas:  Consoles, Design, Game Boy, Gunpei Yokoi, Nintendo, Produto, Shigeru Miyamoto, Videogame
  • Nenhum comentário
  • Comentar
  • Enviar
  • Compartilhe
  • BlogBlogs
  • Linkk
  • BlinkList
  • del.icio.us
  • Digg
  • Furl
  • Google Bookmarks
  • ma.gnolia
  • Netscape
  • Newsvine
  • reddit
  • StumbleUpon
  • Tailrank
  • Technorati
  • Windows Live
  • Yahoo! My Web
19/08/2009 -  15:56     

Arte nos Games – Fable III.

Fable III chega ao Xbox360 em 2010 e a Microsoft usou quase toda a sua conferência na Gamescom para falar da nova seqüência de sua famosa franquia de RPG.

Quem conhece a série já sabe que pode esperar mais um grande jogo, mas o que mais me chamou à atenção, novamente foi a arte conceitual do game. O UOL Jogos mostrou 2 ilustrações conceituais do jogo em seu site.

Mais uma vez a Microsoft caprichou na arte de seu produto. Ilustrações muito bonitas, bem-feitas e cheias de personalidade. Um desenho rústico que, por baixo das vivas cores da pintura digital, ainda mostra os traços a lápis da construção dos esboços. Muito bonito mesmo. A Microsoft, mais uma vez, está de parabéns. Eis as imagens:

Quem quiser ler a reportagem completa do UOL Jogos sobre Fable III, é só acessar: http://migre.me/5u8y

Enviado por:  Carlos Sighieri - Categoria: Arte e design de games
Tags relacionadas:  2D, Arte, Ilustração, Microsoft, Personagens, Produto, Texturas, Videogame, XBox360
  • Nenhum comentário
  • Comentar
  • Enviar
  • Compartilhe
  • BlogBlogs
  • Linkk
  • BlinkList
  • del.icio.us
  • Digg
  • Furl
  • Google Bookmarks
  • ma.gnolia
  • Netscape
  • Newsvine
  • reddit
  • StumbleUpon
  • Tailrank
  • Technorati
  • Windows Live
  • Yahoo! My Web
13/07/2009 -  09:32     

Feliz aniversário, Bob Esponja.

Neste mês, quem assopra as velinhas é o nosso amigo marítimo Bob Esponja. O maluco completa 10 anos de muitas atrapalhadas e risadas.

A série Bob Esponja Calça Quadrada (SpongeBob SquarePants, no original), criada pelo oceanógrafo Stephen Hillenburg, estreou na telinha em 1999 no canal pago Nickelodeon. O desenho relata as histórias de Bob Esponja, uma esponja-do-mar, que mais parece uma esponja de lavar louças. Bob é um personagem muito ingênuo e bom de coração, que se mete nas mais malucas enrascadas junto com seu melhor amigo Patrick, uma estrela do mar rosa, gorda e de inteligência questionável.

De tão popular, Bob Esponja, em seus poucos 10 ano de vida, já é exibido em mais de 170 países, em 25 línguas diferentes e já conquistou mais de 30 prêmios, incluindo seis estatuetas do Emmy, o principal prêmio da TV norte-americana.

Muito bem “projetado”, Bob Esponja é um personagem carismático, engraçado e tem um indescritível poder de licensing. Só no Brasil, são mais de 150 produtos vinculados ao personagem.

Todos nós que adoramos desenhos animados e nos divertimos com as trapalhadas desse personagem fantástico, desejamos ao Bob muitas felicidades e muitos anos de vida!

Enviado por:  Carlos Sighieri - Categoria: Desenho animado, Design de personagens
Tags relacionadas:  2D, Animação, Arte, Bob Esponja, Criança, Desenho animado, Design, Infantil, Marca, Nickelodeon, Personagens, Produto
  • Nenhum comentário
  • Comentar
  • Enviar
  • Compartilhe
  • BlogBlogs
  • Linkk
  • BlinkList
  • del.icio.us
  • Digg
  • Furl
  • Google Bookmarks
  • ma.gnolia
  • Netscape
  • Newsvine
  • reddit
  • StumbleUpon
  • Tailrank
  • Technorati
  • Windows Live
  • Yahoo! My Web
25/06/2009 -  10:00     

Quando a arte dos games se torna uma obra de arte.

Acabei de assistir ao trailer do próximo game do Japan Studio da Sony e confesso que fiquei boquiaberto com o que vi. Seguindo a tradição de seus jogos anteriores, Ico e Shadow of the Colossus, ambos para o PlayStation 2, The Last Guardian, para o PlayStation 3 será um jogo lindo e emocionante em todos os seus aspectos.

Quando a Sony anunciou o lançamento de Ico para o Playstation 2, muitas pessoas torceram o nariz, afinal, Ico tinha cara de tudo, menos de jogo de vídeo-game. Ico se passa em um mundo fantástico, belamente modelado em 3D e impecavelmente iluminado, passando uma sensação relaxante e envolvente. Tão envolvente que, dez vez em quando eu me deparava parado, babando, admirando a paisagem na tela. No game, você controlava um garoto chamado Ico, que havia sido banido de seu povoado por ter nascido com chifres. Prisioneiro em um castelo habitado por uma terrível bruxa das sombras, seu objetivo era escapar dali. Durante sua jornada, Ico encontrava Yorda, uma moça de rara beleza e que não falava a mesma língua de Ico e que era alvo da maquiavélica bruxa, que queria roubar a beleza da jovem para si. Seu objetivo era escapar do castelo levando Yorda junto e a protegendo a qualquer custo das sombras que tentavam seqüestrá-la.

Durante toda essa aventura, o jogador era presenteado com cenários belíssimos, personagens carismáticos e uma trilha sonora emocionante.

Algum tempo depois, os mesmos produtores, e por que não dizer artistas, voltaram com um novo game, que seguia a mesma linha do antecessor: Shadow of the Colossus. O game, assim como Ico, também tinha a capacidade de envolver o jogador com seus cenários belíssimos e gigantescos, sua trama misteriosa e sua trilha sonora de cinema. Se ele era uma continuação ou um prelúdio para Ico, os produtores nunca disseram, mas a verdade é que alguma relação as duas histórias tinham.

Em Shadow of the Colossus, você controla Wander, um rapaz que aparece, logo no início do game, andando a cavalo, carregando um grande volume na garupa do animal. O jovem entra em um templo e o volume se revela ser o corpo de uma linda jovem, aparentemente morta. Wander pede para a entidade que vive neste templo que devolva a garota à vida. Mas para que isso aconteça Wander deve derrotar os 16 Colossi que habitam aquela mágica e proibida terra. Aí começa a aventura de Wander e o deleite do jogador, que passa a desbravar terras desconhecidas em um universo 3D pra lá de bem trabalhado, com texturas convincentes e uma delicadeza de fazer inveja. Tudo isso atrelado a batalhas épicas contra seres gigantescos, regadas a uma trilha sonora de tirar o fôlego. Um game emocionante e maravilhoso de se jogar.

Foi aí que acabou a participação da equipe do Japan Studio da Sony no PlayStation 2, porém, eles já anunciavam sua próxima produção, que seria para o console de última geração da Sony, o PlayStation 3: The Last Guardian.

Como eu disse no início desse post, eu acabei de assistir ao Trailer do game e confesso que ainda estou meio tonto! O game é maravilhoso em todos os sentidos. Mais uma vez, a direção de arte fala mais alto e traz para os gamers uma verdadeira obra prima dos jogos eletrônicos. Eu não sei ainda ao certo do que se trata o jogo propriamente dito, mas o vídeo mostra a interação de um menino com um grande animal fantástico, com cara da cão, patas de pássaro e o corpo coberto de penas. A modelagem e a animação dos personagens chega a ser “falta de educação” de tão boa. As penas do animal se movimentando ao sabor do vento dão um tempero todo especial ao vídeo. Destaque para a trilha sonora e, novamente para a sensibilidade dos artistas que, novamente vão nos fazer chorar em um jogo incrivelmente bem feito e belamente reproduzido na tela.

Qual a conclusão disso tudo? Além de que eu preciso de um PlayStation 3? É que a arte nos games é um ramo que está sendo levado muito a sério nos países que dominam a indústria, desde a elaboração dos roteiros, personagens e cenários até a trilha sonora, que não devem nada para as mais belas trilhas do cinema. Ico, Shadow of the Colossus e Tha Last Guardian são verdadeiras obras de arte interativas que você poder ver e viver por algumas horas no seu vídeo-game.

Se você quiser se emocionar também assistindo ao trailer de Tha Last Guardian, acesse o endereço http://migre.me/2MuD e prepare-se para se surpreender!

Enviado por:  Carlos Sighieri - Categoria: Arte e design de games
Tags relacionadas:  3D, Animação, Arte, Consoles, Design, Personagens, PlayStation, Produto, Sony, Texturas, Videogame
  • Nenhum comentário
  • Comentar
  • Enviar
  • Compartilhe
  • BlogBlogs
  • Linkk
  • BlinkList
  • del.icio.us
  • Digg
  • Furl
  • Google Bookmarks
  • ma.gnolia
  • Netscape
  • Newsvine
  • reddit
  • StumbleUpon
  • Tailrank
  • Technorati
  • Windows Live
  • Yahoo! My Web
19/06/2009 -  12:36     

A importância dos mascotes de empresas e produtos.

Às eu sinto um pouco de resistência por parte de alguns clientes quando proponho a criação de um mascote para suas empresas ou produtos. Muitos dizem que fazer “bonequinhos” é muito infantil, que não se usa mais que isso, que aquilo, etc. Mas a verdade é que esse é um recurso muito usado por empresas do Brasil e do mundo. Um recurso que funciona e não é novidade.

O primeiro produto (ou um dos primeiros) que utilizou esse recurso foi a Igreja Católica, para tentar expandir sua doutrina. Na época, há séculos, eles utilizadas imagens ilustrativas para auxiliar a compreensão dos fiéis, já que na época, a leitura era privilégio de poucos. Assim, através de ilustrações de santos e personagens míticos, a Igreja divulgava suas crenças através de pinturas, entalhes, esculturas e afrescos que contavam histórias da Bíblia.

O principal objetivo da vinculação de um personagem à uma marca ou produto é humanizá-los e gerar, junto ao público-alvo, uma identificação direta. O mascote nada mais é que um interlocultor entre a marca e seu consumidor, é o porta-voz do produto.

Verdadeiros “garotos-propaganda”, alguns desses personagens marcaram nossa vidas. Um bom exemplo que marcou o mercado, é o Bibendum (do latim beber), mascote da Michelin. Seu design, inspirado em uma pilha de pneus, foi desenvolvido pelo desenhista O’Galop, e seu nome, que surgiu muito antes de seu visual, veio de uma frase proferida por André Michelin em 1893 durante uma palestra na Conferência da Sociedade dos Engenheiros Civis: “O pneu bebe o obstáculo”. Hoje, mais de cem anos depois, Bibendum continua representando a Michelin com seu carisma. Em 2000, ele foi eleito pelo jornal Financial Times e pela revista Report On Business, a melhor marca do mundo.

Algumas empresas se confundem na hora de vincular seus nomes ou produtos a personagens. Esse foi o caso de uma empresa de cosméticos brasileira que lançou uma linha de produtos infantis vinculada ao famoso cãozinho Snoopy, de propriedade dos estúdios Schulz. Depois de algum tempo, a empresa rompeu a parceria com a detentora dos direitos do personagem e contratou uma agência brasileira para desenvolver personagens específicos para sua linha de produtos.

Surgiu então a “Linha Mundo Marinho” com cinco personagens desenvolvidos especificamente para esses produtos: cavalo marinho, peixe, tartaruga marinha, caranguejo e estrela do mar. O resultado foi um sucesso! Pais e filhos se identificaram facilmente com cada um dos personagens. Segundo pesquisa desenvolvida pela detentora da marca “Mundo Marinho”, o primeiro item de persuasão de compra da nova linha foi os personagens seguidos pela fragrância dos produtos.

Muitas empresas brasileiras se utilizam muito bem do recurso dos mascotes. Vou citar algumas aqui, mas lembrando que muitas outras estão aí para comprovar que um bom mascote pode alavancar as vendas e aproximar a marca ao seu público.

Um mascote muito simpático e que tem uma atuação muito freqüente à sua marca é o Lequetreque, o peru da Sadia. Eu, particularmente, acho que a Sadia é a empresa brasileira que melhor faz uso de seu mascote.

Outra empresa que sabe utilizar seu personagem símbolo são as Casas Bahia, com seu cangaceirozinho.

A Folha de São Paulo imortalizou seus classificados na figura de um rato muito chato, repetitivo e, por que não dizer, feio, porém absolutamente funcional.

Um exemplo bem mais atual é o pacote de palhas de aço da marca Assolan, que sempre aparece dançando nas propagandas.

Algumas empresas se excedem na hora de criar seus mascotes, como foi o caso do Bradesco e seu ratinho Chip, massivamente criticado, acusado de ser plágio do americano Stwart Little.

Outro mascote interessante que anda figurando ultimamente pela televisão é a super sementinha de café da campanha “Beba Café”, do Ministério da Agricultura em parceria com a ABIC, que tem como objetivo alavancar o mercado nacional do produto.

Produtos digitais também contam com mascotes importantes no mercado, como o Tux, o famoso pingüim símbolo do Linux, a mulinha do Emule e o panda vermelho do FireFox. (Sim, o mascote do FireFox não é uma raposa e sim um panda vermelho, animal chinês, parente do urso panda, eis uma foto do bicho de verdade junto com o mascote).


Eu também já me aventurei nessa praia e cheguei a criar alguns mascotes como o Tuggy, o personagem vermelho que era mascote da Variari, uma das primeiras Agências Mobile do Brasil, à qual, tive orgulho de fazer parte da equipe original. Outros trabalhos que eu desenvolvi foram o farmacêutico para a empresa “Center Fórmula Cosméticos” e a baleiazinha, símbolo de um software mobile que a empresa onde eu presto serviço interno desenvolve.

O robozinho de quatro braços aí eu criei para ser mascote de um software de automação de processos. Os braços são para passar idéia de que o software pode realizar várias tarefas simultâneas, deixando o operador como um gerente, apenas monitorando os resultados.

Uns dos trabalhos que eu mais gostei de realizar nessa área foi a criação dos personagens para a linha de cuecas infantis “Zorbinha Dinossauros”. Cada personagem ilustrou um modelo da linha.

Esses foram apenas alguns exemplos do potencial que um mascote pode trazer para uma marca ou produto. Outros milhões de exemplos figuram pelo mundo. O que as empresas precisam fazer é se desarmar um pouco quando um profissional propõe a criação de um personagem para personificar sua marca, pois está mais do que provado que mascotes funcionam, vendem, são massivamente utilizados e traçam laços de fidelidade entre uma marca e seus consumidores.

P.S.: Pesquisei um pouco para conseguir algumas informações que coloquei neste ‘post’ e uma página que me ajudou muito foi esta: http://migre.me/2×2H

Enviado por:  Carlos Sighieri - Categoria: Design de personagens
Tags relacionadas:  2D, Arte, Design, Marca, Mascote, Personagens, Produto, Trabalhos Pessoais
  • 2 comentários
  • Comentar
  • Enviar
  • Compartilhe
  • BlogBlogs
  • Linkk
  • BlinkList
  • del.icio.us
  • Digg
  • Furl
  • Google Bookmarks
  • ma.gnolia
  • Netscape
  • Newsvine
  • reddit
  • StumbleUpon
  • Tailrank
  • Technorati
  • Windows Live
  • Yahoo! My Web
Carlos Sighieri é Profissional Liberal e atua na área de Ilustração e Design Gráfico desde 1998.







Blogroll

    • 3D Total
    • 8D Games
    • Anime Wallpapers
    • Blog do Guilherme Tsubota
    • Blog do Thomás da Costa
    • Céu Estrelado
    • Comic Art Community
    • Design Lovers
    • GameFAQ’s
    • GameSpot
    • Marcelo Campos
    • Octavio Cariello
    • Quanta Academia de Artes
    • Roger Cruz
    • Springfield Punx
    • Studio Ghibli Brasil
    • The Design Inspiration
    • UOL Jogos
    • XGuides

Meus posts

    • October 2011
    • May 2011
    • April 2010
    • January 2010
    • December 2009
    • November 2009
    • October 2009
    • September 2009
    • August 2009
    • July 2009
    • June 2009

Assine o RSS

Tags

  • 2D 3D Animação Arte Boxe Capcom Carlos Sighieri Castlevania Cinema Consoles Criança Desenho animado Design Disney DreamCast História em Quadrinhos Ilustração Infantil Konami Link Lutador Marca Mario Marvel Comics Mascote Mega Drive Mickey Mouse Modelagem Nintendo Nintendo Wii Pato Donald Personagens Pixar PlayStation Produto PSP PunchOut Sega Shigeru Miyamoto Sonic Sony Texturas Trabalhos Pessoais Videogame Zelda

Categorias

    • Animação 3D
    • Animê
    • Arte e design de games
    • Brand
    • Cinema
    • Datas Legais
    • Desabafos
    • Desenho animado
    • Design de personagens
    • Design de produto
    • Design Gráfico
    • Games
    • História em Quadrinhos
    • Litararura Infantil
    • literatura infantil
    • Mangá
    • Mortal Kombat
    • Personalidades
    • Projetos Pessoais
    • PSN
    • Redes Onlines
    • Sony
gototop
    © 2009. Blog do Carlos Sighieri- http://www.carlossighieri.com.br